
Título: Coisas que os homens me explicam
Autor: Rebecca Solnit
Sinopse: A ferramenta de que todos precisamos para encontrar algo que quase estava perdido. Conjunto de textos em que a desigualdade de género é analisada através de diferentes manifestações de violência contra as mulheres, facilmente observáveis mas quase sempre desvalorizadas pela sociedade em geral. Começando pelo tratamento condescendente até ao silenciamento das mulheres: a descredibilização, a exploração, a agressão física, a violência, a morte. Solnit começa por contar um episódio cómico, em que um homem lhe explica um livro que não leu e que foi ela que o escrevera. Este episódio deu origem a um texto postado no blogue «TomDispatch» e teve uma repercussão enorme. Foi assim cunhada a palavra mansplain para a situação em que os homens explicam às mulheres coisas que elas sabem e que eles não sabem, chegando a ser considerada a palavra do ano em 2013.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Coisas que os homens me explicam”, de Rebecca Solnit, publicado pela editora Quetzal Editores, em 2016 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quetzal Editores
Páginas: 168
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897222952
ISBN13: 9789897222955
Sobre a editora
Os livros da editora Quetzal Editores oferecem uma experiência de leitura que transita entre a densidade poética e a complexidade narrativa, com forte presença de temas como o amor, a memória e as tensões da condição humana. O catálogo privilegia obras que exploram tanto o íntimo — como monólogos perturbadores e relatos autobiográficos — quanto histórias que dialogam com contextos históricos e culturais, incluindo investigações pessoais e trajetórias de personagens em cenários variados, do século XIX ao contemporâneo. A linguagem costuma ser marcada por um tom reflexivo e, por vezes, melancólico, com ritmo que ora se faz lento e contemplativo, ora se acelera em tramas policiais ou investigações. Há também espaço para ensaios e textos críticos que abordam questões sociais e literárias, ampliando o alcance do catálogo da Quetzal Editores.
