
Título: Come What May (All Saints #1)
Autor: A.M. Arthur
Sinopse: Jonas needs Tate. He just doesn't know it yet. Or at least, he doesn't want to admit it. Because there is no way Jonas Ashcroft is gay. He's a straight, carefree frat boy player, just like any good son of a conservative state senator. If only his struggle to convince everyone—especially himself—didn't leave him so miserable. No matter how many girls or bottles he drowns himself in, Jonas can neither escape nor accept who he is. Enter Tate. He's smart, confident, and instantly sees right through Jonas's surly exterior. Sure, he's done things in life he's not proud of, but he knows who he is and what he wants. And what he wants is Jonas. As their easy friendship intensifies into something more, Tate introduces Jonas to a life he's never known. One filled with acceptance and sex and a love that terrifies and excites them both. But some inner demons refuse to be shaken off so easily. When Jonas's old life barges in, he faces a shattering choice, one that could destroy everything he and Tate have fought so hard for. Sometimes love just isn't enough—and sometimes it's exactly what you need.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Come What May (All Saints #1)”, de A.M. Arthur, publicado pela editora Carina Press, em 2016 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Carina Press
Páginas: 288
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Carina Press costumam explorar histórias de romance com personagens complexos e conflitos emocionais intensos, muitas vezes ambientados em cenários contemporâneos ou com toques de fantasia e suspense. A experiência de leitura privilegia narrativas que equilibram momentos de tensão e sensualidade, com ritmo que varia entre o envolvente e o ágil, especialmente em micro-romances que prometem finais felizes ou satisfatórios. O catálogo sugere uma predileção por tramas que envolvem relações pessoais profundas, dilemas de identidade, e desafios tanto internos quanto externos, como ameaças, segredos e segundas chances.
