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Como Pensam as Instituições

Título: Como Pensam as Instituições

Autor: Mary Douglas

Sinopse: Será que as instituições pensam? Se sim, como o fazem? Têm mentes próprias? Se sim, que pensamentos ocupam estas mentes suprapessoais? Mary Douglas aprofunda estas questões à medida que assenta a infra-estrutura para uma teoria das instituições. 'Como pensam as instituições' tenciona clarificar até que ponto o próprio pensamento depende das instituições. Diferentes tipos de instituições permitem que os indivíduos tenham diferentes tipos de pensamentos e respondam a emoções diferentes. É tão correcto como difícil explicar como os indivíduos chegam a partilhar as categorias dos pensamentos e como conseguem pôr de parte os seus interesses pessoais em nome de um bem comum. Douglas adverte-nos para o facto das instituições não pensarem independentemente, nem terem propósitos, nem se conseguirem construir a si mesmas. As nossas instituições legítimas tomam decisões muito importantes e estas decisões envolvem sempre princípios éticos.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Como Pensam as Instituições”, de Mary Douglas, publicado pela editora Instituto Piaget, em 2004 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Instituto Piaget

Páginas: 180

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9727717055

ISBN13: 9789727717057

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mary Douglas é um convite a mergulhar em análises densas e rigorosas sobre cultura, símbolos e instituições. A prosa combina clareza com uma certa complexidade intelectual, exigindo atenção para acompanhar o ritmo que alterna entre o argumentativo e o reflexivo. O foco está na compreensão das estruturas sociais e dos significados que moldam o comportamento humano, com uma abordagem que traz tensão entre o abstrato e o concreto, entre o universal e o particular. A experiência é menos sobre narrativa e mais sobre o desvendamento de padrões culturais, onde cada conceito provoca o leitor a repensar categorias de pensamento e valores. Nos livros de Mary Douglas, a leitura se torna um exercício de percepção crítica, que desafia a visão comum e convida a uma reflexão profunda sobre ordem, pureza e simbolismo.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora INSTITUTO PIAGET convida a uma reflexão profunda sobre temas filosóficos, sociológicos e científicos, com foco em conceitos como personalidade, modernidade, ética e desenvolvimento humano. O ritmo das obras tende a ser denso e argumentativo, privilegiando análises detalhadas e abordagens teóricas que dialogam com a história do pensamento e questões contemporâneas. As narrativas são predominantemente ensaísticas, com textos que exploram desde a infância até a velhice, passando por debates sobre a modernidade, ciência e educação. O catálogo apresenta um perfil que mescla obras mais conceituais e outras com aplicação prática, como no campo da educação ou da psicanálise, sempre com linguagem acessível ao público interessado em aprofundar o conhecimento.

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