
Título: CONFISSOES UMA CHAVE DE LEITURA
Autor: Catherine Conybeare
Sinopse: Por qual razão devemos ler as Confissões de Agostinho? Por qual razão devemos nos preocupar com a vida e com as peregrinações espirituais de alguém que foi um bispo, no norte da África, dezesseis séculos antes de nosso tempo? Como devemos lidar com o fato de que a obra é uma longa oração ao Deus de Agostinho, que pode (ou não) ser o nosso próprio Deus? Ler uma obra que é permeada pela linguagem das escrituras cristãs, com a qual quase todos nós estamos menos familiarizados do que ele? Este livro irá responder a essas questões. E um modo simples de respondê-las é trazer uma categoria antiquada e dizer que Confissões é simplesmente a obra de um gênio. Decerto, trata-se de uma das obras mais originais e envolventes da cultura ocidental.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “CONFISSOES UMA CHAVE DE LEITURA”, de Catherine Conybeare, publicado pela editora Editora Vozes, em 2021 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 256
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6557130846
ISBN13: 9786557130841
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,270
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
