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Conto de Duas Cidades, Um

Título: Conto de Duas Cidades, Um

Autor: Charles Dickens

Sinopse: Dickens embarca aqui em uma emocionante pintura da Revolução Francesa. A peculiaridade deste romance começa na condição indissociável da escrita de Charles Dickens: é obviamente com o olhar estrangeiro e não raro antagônico de um inglês que ele dá vazão à sua trama. O autor evita o posicionamento político, centrando a narrativa nas observações de cunho social e no impacto individual que aquele processo impingiu a pessoas de todas as camadas. O aristocrata, o burguês, o camponês, o malandro, o vagabundo. Estão todos ali. De um lado, encontramos personagens como o ex-prisioneiro da Bastilha, doutor Manette; Charles Darnay, o aristocrata que rompe com a família e com sua classe social; o senhor Lorry, a personificação do inglês sistemático e virtuoso; a senhora Defarge, face cruel e impiedosa das jacqueries; o enigmático Sidney Carton, aquele que confere à trama o que ela tem de mais romanesco e sem dúvida um dos grandes personagens da literatura inglesa. Todos eles de personalidades marcantes, na melhor tradição do romance folhetinesco. De outro lado, contrapõe-se a multidão: o povo miserável de Paris e de seus arrabaldes, ora animalizado na pobreza à qual os empurrou uma voraz aristocracia, ora plateia ensandecida do espetáculo dantesco de "La Guillotine".

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Conto de Duas Cidades, Um”, de Charles Dickens, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2020 e com 480 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Estação Liberdade

Páginas: 480

Ano: 2020

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8574481807

ISBN13: 9788574481807

  • Peso (kg): 0,550
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 2,50

Sobre o autor

A leitura dos livros de CHARLES DICKENS é uma imersão em narrativas que combinam crítica social e personagens marcantes, muitas vezes em meio a ambientes urbanos e industriais do século XIX. O ritmo varia entre momentos de tensão dramática e passagens de humor irônico, com uma prosa que equilibra detalhamento vívido e fluidez narrativa. Suas histórias costumam explorar a complexidade das relações humanas, revelando tanto a dureza da realidade quanto a possibilidade de redenção e transformação pessoal. A experiência traz à tona questões sobre justiça, desigualdade e compaixão, deixando no leitor uma reflexão sobre o impacto das escolhas individuais e sociais. No catálogo, é possível perceber uma diversidade temática, que vai do sombrio e melancólico ao esperançoso e até festivo, como nas narrativas natalinas.

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Sobre a editora

Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.

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