
Título: Conto Um Conto E Aumento Um Ponto
Autor: HÉLIO CONTREIRAS
Sinopse: Baiano de Rio das Contas, o autor viveu anos na antiga Alemanha Oriental, de onde retornou em 1967, em plena ditadura militar, dividindo-se então entre o jornalismo e a ação política clandestina. Na década de 80, compôs a canção Estampas Eucalol , a que o crítico José Ramos Tinhorão chamou de Pequena obra-prima. Este livro reúne contos primorosos onde se revelam personagens tipicamente brasileiros. No prefácio, Joaci Góes afirma que Contreiras "estréia com este magistral livro, a que não faltam lances autobiográficos mesclados com situações que testemunhou e mais outras tantas elaboradas por sua fértil imaginação de escritor no pleno domínio da arte de narrar". Em convênio com as Faculdades do Descobrimento e as Faculdades Polifucs, da Bahia.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Conto Um Conto E Aumento Um Ponto”, de HÉLIO CONTREIRAS, publicado pela editora TOPBOOKS, em 2005 e com 219 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: TOPBOOKS
Páginas: 219
Ano: 2005
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574750956
ISBN13: 9788574750958
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
