
Título: Cultura e Desenvolvimento
Autor: Valeria Marcolin. Aarón Espinosa Espinosa
Sinopse: No ano de 2015, a ONU estabeleceu a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, um plano de ações para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. A partir de 17 objetivos, a agenda visa, no prazo de 15 anos, fortalecer a paz universal, erradicar a pobreza e buscar um desenvolvimento que pense um mundo sustentável. Orientações que remetem às esferas econômica, social e ambiental. A relação entre cultura e desenvolvimento aparece frequentemente no campo da gestão e das políticas. No entanto, a cultura não esteve presente em nenhum dos 17 ODS. A edição número 27 da Revista Observatório se propõe a discutir como a cultura pode contribuir para a Agenda 2030 e para um desenvolvimento que caminhe em direção à sustentabilidade e à equidade social.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cultura e Desenvolvimento”, de Valeria Marcolin. Aarón Espinosa Espinosa, publicado pela editora Itaú Cultural, em 2020 e com 244 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Itaú Cultural
Páginas: 244
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Itaú Cultural costumam oferecer uma imersão profunda em temas culturais e artísticos brasileiros, com um foco claro na produção contemporânea e na reflexão crítica sobre políticas culturais. A experiência de leitura frequentemente envolve uma combinação entre pesquisa documental, relatos de programas culturais e análises de processos formativos, criando um ambiente que dialoga tanto com o público interessado em artes visuais quanto com leitores de ciências sociais e gestão cultural. O tom varia do didático ao narrativo, contemplando desde relatos de exposições e seminários até artigos que discutem a relação entre cultura, economia e tecnologia. O catálogo revela uma atenção especial à diversidade regional e histórica, com obras que exploram desde a arte do século XIX até debates contemporâneos sobre inclusão digital e ancestralidades.
