
Título: Diário dos Infiéis
Autor: João Morgado
Sinopse: Quatro casais, oito personagens e a pergunta que nos assalta quando percebemos o fim: ainda me amas? Não sabem o que os faria felizes, nem se lembram do dia em que sentiram o peso da solidão, em que se amaram ou se desejaram. Hoje, não se reconhecem, não têm coragem para mudar de vida, para assumir o fim e procurar noutro amor o caminho de volta para o compromisso maior: ser feliz. Num diário de emoções íntimas, falam na primeira pessoa do que sentem em relação a si e aos outros. Concluem que, cada um à sua maneira, todos foram infiéis: por pensamentos, actos ou omissões. Com vidas entrelaçadas, cada um descreve no diário a sua viagem pelo mundo do sexo, do desejo, do pudor, do egoísmo, do amor-próprio, do envelhecimento, do sonho, da morte… Enfim, a matéria-prima da qual é feita a existência de gente vulgar. «Sobre nós minguem escreverá um romance», diz uma das personagens. Talvez desconhecendo que todos os dias a vida nos ensina o contrário.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diário dos Infiéis”, de João Morgado, publicado pela editora Oficina do Livro, em 2010 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oficina do Livro
Páginas: 176
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895555199
ISBN13: 9789895555192
Sobre a editora
Os livros da editora Oficina do Livro apresentam uma variedade que vai do romance histórico ao infantojuvenil, sempre com um forte componente narrativo e personagens complexos. A experiência de leitura frequentemente envolve imersão em contextos históricos ou sociais detalhados, como guerras, revoluções e transformações culturais, mas também se estende a histórias de mistério e aventuras juvenis. O tom varia entre o dramático e o intimista, com obras que exploram tanto conflitos pessoais profundos quanto tramas de suspense e investigação. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que equilibram emoção e reflexão, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo da obra.
