
Título: Direitos Humanos e Justiça de Transição
Autor: Enzo Bello
Sinopse: Dizem que a política reflete as dores de cada época. De fato, a nossa região latino-americana é integrada por povos que atravessaram etapas marcadas pela violência política massiva e sistemática dos direitos humanos cometidas no passado colonizado e ditatorial. Um passado comum que nos define culturalmente em contraposição ao Terror de Estado, o rechaço a todas as formas de autoritarismo, de colonialismo, de opressão, de perseguições e de avassalamento da dignidade humana. O impacto das graves violações aos direitos humanos nos ordenamentos jurídicos internos dos nossos países foi primeiro o de racionalizar e o de elaborar a dor. A dor foi convertida em uma consciência que mobilizou e mobiliza a vontade das nossas sociedades em superar as causas dessas dores vividas, sentidas ate o presente, por meio de uma fortaleza de instituições democráticas e pela vigência dos direitos humanos que hoje se assumem como condições indispensáveis para as possibilidades de um modelo social de desenvolvimento humanista e sustentável. Assim, para avançar na direção da fusão de horizontes entre a justiça de transição e os direitos humanos, como este importante livro nos propõe, devemos nos apropriar dos aportes teóricos das ferramentas conceituais existentes na luta contra a barbárie.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Direitos Humanos e Justiça de Transição”, de Enzo Bello, publicado pela editora Liber Ars, em 2016 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Liber Ars
Páginas: 200
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788594590008
ISBN13: 9788594590008
Sobre a editora
Os livros da editora Liber Ars convidam o leitor a um mergulho profundo em temas que cruzam as fronteiras entre o Direito, a Filosofia e as Ciências Sociais. A experiência de leitura tende a ser densa, com obras que dialogam entre o acadêmico e o ensaístico, muitas vezes explorando questões complexas como justiça, comportamento social, memória histórica e transformações políticas. O tom costuma ser reflexivo e analítico, com textos que valorizam o rigor conceitual e a interdisciplinaridade, mas que também apresentam narrativas históricas marcadas por tensão e contexto social. O catálogo revela uma predileção por obras que articulam teoria e prática, contemplando desde estudos filosóficos até relatos ambientados em períodos históricos específicos, proporcionando uma visão multifacetada do pensamento contemporâneo e passado.
