
Título: Dressed for Death (Commissario Brunetti #3)
Autor: Donna Leon
Sinopse: Venetian Commissario Guido Brunetti’s hopes of escaping the sweltering heat of Venice in August for a refreshing family holiday in the mountains are dashed when a gruesome discovery is made in a field in Marghera—a body so badly beaten the face is completely unrecognizable. The victim appears to be a transsexual prostitute. Brunetti searches Venice--including the red-light district--for someone who can identify the corpse, but he is met with a wall of silence. Then he receives a phone call promising tantalizing information, provided he meets with the caller under a bridge outside of town in the middle of the night. This dangerous rendezvous leads to more senseless murders, but despite the danger, Brunetti remains determined to uncover the truth. Dressed for Death, the third novel in this international best-selling series is classic Brunetti.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dressed for Death (Commissario Brunetti #3)”, de Donna Leon, publicado pela editora Grove Press, em 2014 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Grove Press
Páginas: 288
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780802146045
Sobre a editora
Os livros da editora Grove Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por narrativas densas, muitas vezes com personagens complexos e conflitos morais profundos. O catálogo traz desde histórias que exploram o peso da memória e da culpa em cenários realistas, até obras que se aventuram em territórios do surreal e do fantástico, como o uso do realismo mágico para revelar segredos do passado. Há também uma atenção evidente a temas sociais e políticos, como a luta por liberdade, as tensões raciais e culturais, e os dilemas da identidade, apresentados com um tom que varia entre o trágico, o satírico e o crítico. A linguagem pode ser elaborada e reflexiva, com ritmo que ora é cadenciado e contemplativo, ora rápido e irônico, como em narrativas que misturam humor ácido e suspense.
