
Título: E se amanhã o medo
Autor: Ondjaki
Sinopse: Uma mulher solitária recorre a um especialista na esperança de “renovar o órgão primeiro, o bombeador de sensações, a casa mais íntima de um ser humano”. Um homem tira dúvidas numa esquina qualquer. Uma moradora de rua é violentada. Um jovem viajante é forçado a tomar uma vacina. Velhos passeadores de cães desaparecem sem deixar rastro. Nos contos de E se amanhã o medo, Ondjaki concebe um mundo mágico e intimista, numa prosa de tom sereno e melodioso, por vezes absurda. Agrupadas em duas partes — e , títulos emprestados da de Raduan Nassar — e repletas de referências musicais e literárias, as vinte breves narrativas de apresentam personagens que reflectem o aspecto dramático da vida e conduzem o leitor por paisagens poéticas ora fantásticas, ora realistas. Publicadas pela primeira vez em 2005, receberam os prêmios Sagrada Esperança (Angola) e António Paulouro (Portugal).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “E se amanhã o medo”, de Ondjaki, publicado pela editora Língua Geral, em 2010 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Língua Geral
Páginas: 120
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560160663
ISBN13: 9788560160662
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
