
Título: El Hombre que Extendió El Desierto
Autor: Ignácio de Loyola Brandão
Sinopse: Título Original: O homem que espalhou o deserto. Una madre está satisfechísima con la afición de su hijo: cortar, podar y talar. Le mantiene atado al jardín familiar y le aleja de peligros y tentaciones. No hay arbusto, espesura ni árbol que se le resistan, sobre todo cuando descubre las ventajas del hacha sobre las tijeras de podar. El niño crece, se convierte en hombre, en empresario, y su afición infantil se transforma en una actividad industrial que pone en peligro la supervivencia no sólo del ecosistema… Esta historia habla de los riesgos que encierran ciertas ocupaciones infantiles: por muy convenientes para la tranquilidad de los padres que parezcan, pueden convertir a los niños en adultos que representen una amenaza para los demás y para lo que les rodea.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “El Hombre que Extendió El Desierto”, de Ignácio de Loyola Brandão, publicado pela editora Global Editora, em 2008 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: ESPANHOL
ISBN: 8526012754
ISBN13: 9788526012752
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
