
Título: El signo del miedo
Autor: Margery Allingham
Sinopse: Una apasionante aventura para el aristocrático y excéntrico detective Albert Campion, uno de los más singulares héroes de la narrativa negra inglesa del XX, un personaje adorado por Agatha Christie, Iris Murdoch o A.S. Byatt. Una obra maestra del suspense y el humor. Guffy Randall, un joven aristócrata inglés, no sale de su sorpresa cuando se encuentra con el Paladín Hereditario de Averna y parte de su corte en un hotel de la Costa Azul. Y es que ese flamante heredero no es otro que su viejo amigo Albert Campion, un caballero de alta cuna que se esconde tras un pseudónimo para poder ejercer de forma anónima su profesión de detective. Campion, acompañado de tres camaradas tan peculiares como él y de su fiel sirviente Magersfontein Lugg, un antiguo ladrón dado a los métodos expeditivos, se enfrenta esta vez a la misión de probar que el reino de Averna, un minúsculo y pintoresco principado situado a orillas del Adriático, pertenece a la Corona inglesa. Para ello se verá obligado a viajar a Pontisbright, una aldea en la que se toparán con grandes misterios, adolescentes precoces que se visten con telas de cortinas y cadáveres por doquier. (Fuente: impedimenta.es).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El signo del miedo”, de Margery Allingham, publicado pela editora Impedimenta, em 2016 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Impedimenta
Páginas: 288
Ano: 2016
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788416542499
ISBN13: 9788416542499
Sobre a editora
Os livros da editora Impedimenta convidam o leitor a uma experiência que mistura densidade literária com atmosferas cuidadosamente construídas. O catálogo privilegia narrativas que exploram o isolamento, a complexidade das relações humanas e a introspecção, muitas vezes ambientadas em cenários que vão do interior selvagem australiano a cidades europeias marcadas por tensões históricas. Há obras que se destacam pelo tom melancólico e reflexivo, enquanto outras adotam um ritmo mais fragmentado e experimental, como coleções de resenhas de livros inexistentes que desafiam os padrões tradicionais. A linguagem, em geral, é elaborada, com atenção ao detalhe psicológico e social, e a leitura frequentemente demanda envolvimento atento e contemplativo.
