
Título: Estrada para lugar nenhum
Autor: Paris Marx
Sinopse: Em Estrada para lugar nenhum, o jornalista, podcaster e crítico Paris Marx desafia as visões utópicas do Vale do Silício sobre o futuro do transporte. Desvendando as falhas nas promessas de carros autônomos, serviços de carros por aplicativo e veículos elétricos como solução para os problemas enfrentados para o transporte em massa, o autor destaca o alto custo ambiental e de vida gerado pelas propostas corporativas e oferece uma perspectiva vívida para as cidades. Na contramão das fantasias tecnológicas, Marx nos convida a repensar a mobilidade como o primeiro passo para a imaginação de nossas cidades, defendendo uma abordagem coletiva que atenda às necessidades de todos, incluindo estratégias para promover o transporte público e um planejamento urbano mais democrático. Este livro é um chamado para desafiar a ilusão digital, questionar as soluções tecnológicas hegemônicas para problemas sociais e construir um futuro mais equitativo, onde as decisões são guiadas pela busca da qualidade de vida, não pelo lucro. O objetivo, afinal, é considerar não apenas como nos movemos, mas como construímos o tecido social de nossas comunidades.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Estrada para lugar nenhum”, de Paris Marx, publicado pela editora Ubu Editora, em 2024 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 320
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571261652
ISBN13: 9788571261655
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,550
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
