
Título: Evolução da Crise Brasileira
Autor: Sergio Roberto Kieling Franco
Sinopse: Resultado de uma série de artigos originalmente publicados no Jornal do Brasil, este livro do renomado historiador, político e constitucionalista mineiro é uma análise profunda da crise política e institucional que começa com a renúncia de Jânio Quadros e desemboca na revolução militar de 31 de março de 1964. Publicado pela primeira vez em 1965, esse livro raro e fundamental, ganha agora uma segunda edição, enriquecida por um prefácio-depoimento do ex-presidente José Sarney, e um estudo introdutório de Wanderley Guilherme dos Santos, um de nossos mais lúcidos cientistas políticos. Escrito num estilo ágil e elegante, este ensaio é uma contribuição de peso à melhor compreensão da história política do Brasil recente, e uma amostra da erudição do autor, que nele consegue, com leveza e elegância, fundir análise histórica, memória pessoal e sabedoria constitucional.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Evolução da Crise Brasileira”, de Sergio Roberto Kieling Franco, publicado pela editora TOPBOOKS e em 2005, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: TOPBOOKS
Páginas:
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt-br
ISBN: 9788574751061
ISBN13: 9788574751061
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
