
Título: Farsa De Ines Pereira
Autor: Gil Vicente
Sinopse: Farsa de Inês Pereira, considerada a peça mais divertida de Gil Vicente, foi apresentada pela primeira vez ao rei D. João III em 1523, no Convento de Tomar. Acusado de plagiar o dramaturgo espanhol Juan del Encina, pediu àqueles que o acusavam um tema para que pudesse provar sua capacidade criadora. Recebeu como desafio o ditado popular: Mais vale asno que me leve que cavalo que me derrube. A temática – o desejo de ascensão da pequena burguesia – está ligada à realidade vivida pela sociedade portuguesa da época. As personagens – tipos sociais – agem de acordo com seus interesses. Queres casar por prazer/ no tempo de agora Inês? Antes casa, em que te pés,/ que não é tempo de escolher. Nesta publicação, adaptada por Cecilia R. Lopes e ilustrada por Lélis, o jovem leitor conhecerá o texto do criador do teatro português e sua riquíssima galeria de tipos humanos que, de uma certa forma, circulam na sociedade contemporânea.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Farsa De Ines Pereira”, de Gil Vicente, publicado pela editora Global Editora, em 2005 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 80
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526009303
ISBN13: 9788526009301
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
