
Título: Filme
Autor: Lillian Ross
Sinopse: Ao saber que o diretor John Huston preparava a adaptação para o cinema do romance clássico da literatura norte-americana O emblema rubro da coragem, de Stephen Crane, Lillian Ross, jornalista da revista The New Yorker, decidiu acompanhar todas as fases da realização do filme. Ross foi para Hollywood e, na tentativa de descobrir como realmente funcionava a indústria cinematográfica, seguiu, durante quase dois anos, os passos da equipe de A glória de um covarde (título brasileiro da obra de Huston), desde a confecção do roteiro até o lançamento em Nova York. O resultado deste extraordinário trabalho - a primeira reportagem escrita em forma de romance - está em Picture, título original do livro, que resume em uma única palavra múltiplos significados (quadro, retrato, imagem, descrição, filme). Esta economia marca o estilo de Lillian Ross, que se concentra no substantivo e essencial, jamais emite uma opinião e deixa que os fatos e as falas sejam eloqüentes por si mesmos. "O melhor livro já publicado sobre Hollywood." - Newsweek "Muito melhor que a maioria dos romances." - Ernest Hemingway
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Filme”, de Lillian Ross, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2005 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 312
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535906975
ISBN13: 9788535906974
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
