
Título: For a Dragon's Forgiveness: Highland Dragons #4
Autor: Charlie Richards
Sinopse: Ciendon McDoffrey just had his life turned upside down. Everything he thought he knew about himself and his brothers has been stripped away. While attempting to rob a dragon of its hoard, Ciendon learns he’s been manipulated by his brother, Ronin, for years. His other brother, Thom, had never hated him. Thom even convinces his dragon lover, whom Ciendon had been trying to rob, to spare his life. Instead, as penance, Ciendon is assigned to a dragon named Paigon, who puts him to work tending livestock. Ciendon considers it a far lighter punishment than what he deserves, especially when he and Paigon discover a mutual attraction which they quickly act upon. When Thom reveals that the Circle of Elders have given several dragons the right to court Ciendon, and Paigon isn’t one of them, will Ciendon accept bonding with a strange dragon, believing it’s the punishment he truly deserves? Or will he forgive himself and fight for what he wants?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “For a Dragon’s Forgiveness: Highland Dragons #4”, de Charlie Richards, publicado pela editora eXtasy Books, em 2014 e com 101 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: eXtasy Books
Páginas: 101
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1771119756
ISBN13: 9781771119757
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
