
Título: Fotos de fadas
Autor: Edward L. Gardner
Sinopse: "'Um evento que marcará época! Fadas Fotografadas!'- Esta foi uma das manchetes na imprensa inglesa em 1920. Tratava-se de uma reportagem assinada pelo famoso escritor Sir Arthur Conan Doyle, (autor do personagem "Sherlock Holmes"). Referia-se ao material reunido neste livro, com fotos tiradas diretamente de fadas. Em seguida, muitos especialistas no assunto tentaram provar que as fotos não eram legítimas. Evidências fotográficas e pessoais foram plenamente aceitas. Tudo foi testado e experimentado de todas as maneiras possíveis. Até hoje as fotos nunca foram desacreditadas. Ninguém descobriu falha, fraude ou engodo, apesar dos exames minuciosos a que foram submetidas. Para as pessoas mais sensíveis à existência de mundos sutis ao nosso redor, estas fotografias representam um fascinante e pioneiro testemunho empírico da existência do reino das fadas na Natureza. Neste livro estão as fotos das encantadores e graciosas fadas para a sua avaliação pessoal."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Fotos de fadas”, de Edward L. Gardner, publicado pela editora Teosófica, em 1993 e com 103 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Teosófica
Páginas: 103
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora TEOSOFICA conduzem o leitor a uma imersão na busca espiritual e no conhecimento da sabedoria antiga, com uma linguagem que varia entre o didático e o poético. As obras exploram temas como meditação, a vida após a morte, caminhos espirituais e a evolução da alma, frequentemente apresentando ensinamentos de mestres e tradições milenares. O tom é, em geral, sereno e reflexivo, com textos que equilibram clareza e profundidade, convidando à contemplação e ao autoconhecimento. O catálogo revela uma preocupação com a ética, a compaixão e a transformação interior, com narrativas que transitam entre o ensaio filosófico e relatos alegóricos ou históricos.
