
Título: Futilidade ou O Naufrágio do Titan
Autor: Morgan Robertson
Sinopse: Futilidade ou O Naufrágio do Titan (originalmente, Futility or The Wreck of the Titan) foi publicado originalmente em 1898, 14 anos antes da tragédia do Titanic acontecer. Em sua época, passou quase despercebido e não trouxe muita notoriedade para seu autor, o norte-americano Morgan Robertson (1861-1915), que seria o suposto inventor do periscópio. Claro que, após a morte de Robertson, três anos após o desastre, começaram a prestar mais atenção em sua obra e viram com assombroso espanto as similaridades do transatlântico da história com o navio real, que vão muito além do nome (Titan, na narrativa de Robertson, e Titanic, na vida real). Na primeira metade da história somos apresentados ao herói, John Rowland, um ex-oficial que caiu em desgraça na marinha. O protagonista é agora alcoólatra e desceu para os níveis mais baixos da sociedade. Dispensado, vai trabalhar como marinheiro no tal Titan. Numa noite de abril, o navio bate num iceberg, emborca e afunda antes da história chegar à metade. Na segunda parte, conta o desespero do resgate e a busca por redenção de John Rowland.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Futilidade ou O Naufrágio do Titan”, de Morgan Robertson, publicado pela editora Vermelho Marinho, em 2013 e com 76 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vermelho Marinho
Páginas: 76
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788564298958
Sobre a editora
Os livros da editora Vermelho Marinho costumam apresentar narrativas que transitam entre o histórico e o contemporâneo, com frequência explorando temas sociais, culturais e políticos sob perspectivas diversas. A experiência de leitura varia do romance clássico ao suspense, passando por análises literárias e histórias infantojuvenis, o que cria um catálogo que mistura obras mais densas e reflexivas com outras de ritmo mais leve e humor sutil. Os textos frequentemente trazem personagens em situações de conflito social ou pessoal, como intrigas familiares, dilemas éticos e trajetórias de autoconhecimento, sempre com um tom que pode ser tanto dramático quanto irônico. Essa variedade sugere que o leitor encontrará tanto obras narrativas quanto ensaios, com uma linguagem acessível, porém atenta a detalhes históricos e culturais.
