
Título: Gego - A Linha Emancipada
Autor: Julieta González
Sinopse: Gego: a linha emancipada acompanha a exposição homônima dedicada à pioneira artista venezuelana realizada no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, co-organizada com o Museo Jumex, na Cidade do México, o Museu d''Art Contemporani de Barcelona e a Tate Modern, em Londres. Trabalhando em escultura, instalação, desenho, gravura e livros de artista, Gego (Hamburgo, Alemanha, 1912 - Caracas, Venezuela, 1994) desenvolve seu trabalho em contraponto às práticas europeias da abstração geométrica do pós-guerra. Suas obras desestabilizam a fria e sisuda objetividade construtiva e concreta, ao explorar percursos de caos e fragmentação, ordem e desordem, dinamismo e crescimento, rizomáticos e em mutação, por meio de complexos sistemas, repletos, a um só tempo, de delicadeza e potência. Este volume ricamente ilustrado reproduz todas as obras da exposição, incluindo exemplos de suas séries mais importantes - Líneas paralelas, Reticuláreas, Redes, Mallas, Chorros, Dibujos sin papel, Bichitos, Tejeduras, Cuerdas, Troncos e Esferas. Inclui também textos inéditos dos curadores da exposição - Julieta Gonzáles, Pablo Léon de la Barra e Tanya Barson - bem como de Geaninne Gutiérrez-Guimarães, Luis Pérez-Oramas, Mari Carmen Ramírez, Michael Wellen, Mónica Amor, Sean Nesselrode Moncada e Vered Engelhard.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Gego – A Linha Emancipada”, de Julieta González, publicado pela editora MASP, em 2019 e com 360 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: MASP
Páginas: 360
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531000785
ISBN13: 9788531000782
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 1,068
- Altura (cm): 25,30
- Largura (cm): 17,10
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
Os livros da editora MASP costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental com um olhar atento às artes visuais e suas conexões culturais e históricas. Muitas obras acompanham exposições realizadas no Museu de Arte de São Paulo, trazendo reproduções detalhadas de obras, textos curatoriais e ensaios que contextualizam artistas e movimentos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tanto trajetórias individuais, como as de artistas brasileiros e indígenas, quanto temáticas amplas, como ativismo, história social e práticas artísticas contemporâneas. O tom varia entre o analítico e o poético, com atenção a questões de identidade, memória e representatividade, frequentemente em diálogo com o presente.
