
Título: Gosto e estilo na música do XVIII
Autor: Noara Paoliello
Sinopse: No século XVIII, a partir da imitação e do estudo dos modelos estrangeiros, formou-se uma prática mencionada nos escritos de época alemães como vermischter Geschmack [gosto misto]. Segundo autores setecentistas, com Georg Philipp Telemann (1681-1767) os estilos musicais nacionais atingiriam uma síntese completa. Os Concertouvertures – gênero que une o modelo das ouvertures francesas aos concertos italianos – são aqui tomados como exemplo da prática musical que veio a ser proposta por Quantz (1752) e seus contemporâneos como Gosto Alemão.Neste livro, Noara Paoliello utiliza fontes originais do século XVIII para recuperar a acepção setecentista dos conceitos de estilo e de gosto na música.Textos fundamentais para a compreensão do repertório setecentista, até então extremamente restritos, são aqui traduzidos e discutidos de modo a trazer luz a conceitos que permeiam a música historicamente orientada dos séculos XVII e XVIII, como gostos nacionais, gostos reunidos, estilo galante, estilo sacro-teatral e de câmara, etc.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Gosto e estilo na música do XVIII”, de Noara Paoliello, publicado pela editora Annablume Editora, em 1900 e com 222 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 222
Ano: 1900
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539107430
ISBN13: 9788539107438
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
