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Grande Bazar Ferroviario

Título: Grande Bazar Ferroviario

Autor: Paul Theroux

Sinopse: ''''Engraçado, sardônico, maravilhosamente sensual... uma diversão do início ao fim.'''' - The New York Times O amor do escritor americano Paul Theroux pelos trens é responsável por alguns dos melhores relatos de viagem da literatura moderna. O primeiro deles foi o clássico O Grande Bazar Ferroviário - De Trem pela Ásia, publicado originalmente em 1975. Na tradição dos grandes escritores-viajantes, Theroux leva seu olhar curioso e observador ao vasto continente asiático, e seu longo itinerário vai se desenrolando diante do leitor como um exuberante mosaico de paisagens e sensações. Dos elegantes vagões do Expresso do Oriente aos vagarosos e surrados trens indianos, dos luxuriantes arrozais vietnamitas às imaculadas estepes da Sibéria, o que interessa ao autor-viajante, mais do que os países em si, são os trens e seus passageiros. Assim, a epopéia asiática de Theroux é pontuada por pessoas, e são os seus depoimentos, narrados com elegante ironia, que fazem de O Grande Bazar Ferroviário um passeio delicioso. Partindo de Londres em uma tarde de outono, Theroux segue pela Itália, Iugoslávia e Bulgária até a Turquia e as belíssimas mesquitas de Istambul. Atravessa o Irã, Afeganistão e Paquistão para chegar à Índia, onde fica impressionado com a multidão e a pobreza. Adentra o Extremo Oriente pela Birmânia e passa por Tailândia, Malásia, Cingapura, Camboja e Vietnã, onde constata as marcas profundas deixadas pela recém-terminada guerra contra os Estados Unidos. Seu périplo se conclui com uma passagem pelos asseptizados trens-bala do Japão e um derradeiro e interminável trajeto a bordo do mítico Expresso Transiberiano, cruzando as paisagens desoladas do interior da União Soviética. Pródigo em anedotas e situações inusitadas, mas também em argutas observações sobre os países que atravessa, Theroux constrói um retrato multifacetado de um continente em transformação. A Ásia que ele visitou há trinta anos não existe mais, mas é possível ver, em seu relato, os indícios das turbulências que hoje a convulsionam, assim como a riqueza e diversidade de suas paisagens e culturas.

Contexto da obra

Na área de Viagens e Turismo, obras como esta costumam interessar por abrir horizonte e contexto. “Grande Bazar Ferroviario”, de Paul Theroux, publicado pela editora Objetiva, em 2004 e com 453 páginas, integra a categoria Livros de Viagens e Turismo. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor o valor da obra para quem lê lugares, trajetos e experiências.

Editora: Objetiva

Páginas: 453

Ano: 2004

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8573026383

ISBN13: 9788573026382

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,625
  • Altura (cm): 22,50
  • Largura (cm): 15,00
  • Espessura (cm): 2,50

Sobre o autor

A leitura dos livros de Paul Theroux é uma imersão em paisagens que vão do interior da África às estradas do sul dos Estados Unidos, passando por trens, vilarejos e cidades cosmopolitas. Seu estilo alterna entre uma prosa tensa e direta, com suspense e ironia, e momentos de observação detalhada e contemplativa, que capturam o ambiente e as pessoas com um olhar atento e crítico. Há um movimento constante entre o externo — as viagens e os encontros com estranhos — e o interno, onde desejos, memórias e dilemas pessoais ganham voz. A tensão narrativa pode surgir tanto do perigo latente quanto das contradições culturais e sociais que ele revela. Essa experiência convida o leitor a refletir sobre o impacto do tempo, das escolhas e das transformações nos lugares e nas pessoas, sem oferecer respostas fáceis.

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Sobre a editora

Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.

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