
Título: Guerras e Capital - 5
Autor: Maurizio Lazzarato
Sinopse: "O capital é um modo de produção na exata medida em que é um modo de destruição", afirmam os filósofos Éric Alliez e Maurizio Lazzarato neste livro. Para dar conta do atual momento histórico, em que o caráter racista, nacionalista, machista e xenófobo dos novos fascismos redefine desigualdades e acentua polarizações, os autores propõem um experimento ousado: uma espécie de contra-história do capitalismo que toma a relação entre política e guerras como seu eixo. São "guerras", no plural, pois se desdobram em múltiplas dimensões da vida: guerra ecológica, guerra de raças, de gênero, de nacionalidades, guerra contra os estrangeiros, contra as mulheres, contra os indígenas, contra os pobres. Para os autores, o processo de acumulação primitiva do capital implica necessariamente a promoção de guerras civis infinitas, e a matriz comum a elas é a da guerra colonial, "que nunca foi uma guerra entre Estados, mas uma guerra em meio à população e contra ela, na qual nunca foram vigentes distinções entre paz e guerra, entre combatentes e não combatentes, entre o econômico, o político e o militar".
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Guerras e Capital – 5”, de Maurizio Lazzarato, publicado pela editora Ubu Editora, em 2021 e com 448 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 448
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586497191
ISBN13: 9786586497199
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,650
- Altura (cm): 13,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
