
Título: Há muito o que contar... aqui
Autor: Alison Louise Kennedy
Sinopse: A história de um homem que foi piloto de um bombardeiro da Força Aérea Britânica durante a Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, em 1949, ele participa como figurante em um filme em que revive sua experiência de prisioneiro de guerra. Ou seja, por meio da ficção (do filme), Alfred repensa sua realidade, o que acarreta uma autoinvestigação sobre o estrago psicológico que sofreu durante a batalha, por não conseguir ajustar-se à perda dos companheiros de tripulação e à distância da mulher amada. Sua vida antes e depois da guerra é caracterizada pela influência do pai violento e da condição social de pertencer à classe operária. A autora usa três diferentes vozes de narradores como um artifício para forçar os leitores a se incluir na narrativa.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Há muito o que contar… aqui”, de Alison Louise Kennedy, publicado pela editora Primavera, em 2009 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Primavera
Páginas: 352
Ano: 2009-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561977078
ISBN13: 9788561977078
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,480
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Primavera trazem leituras que transitam entre o relato pessoal e o engajamento social, com uma forte presença de vozes femininas e temas ligados à identidade, direitos e desafios contemporâneos. O catálogo apresenta obras que misturam narrativas de memórias e experiências reais, como histórias de superação e reflexões sobre gênero, com textos práticos que abordam o cotidiano profissional e emocional. O tom varia entre o direto e didático, em livros que orientam sobre networking ético, e o sensível, em relatos que desconstroem preconceitos e celebram a diversidade humana. Essa diversidade se manifesta também no ritmo: há desde relatos leves e bem-humorados até suspenses densos que exploram conflitos familiares e sociais. A Primavera parece privilegiar uma escrita que convida à empatia e à reflexão, com atenção especial às questões de gênero, inclusão e identidade.
