
Título: História das teorias da comunicação
Autor: Armand Mattelart
Sinopse: Se a noção de comunicação é problemática, muito mais o é de teoria da comunicação. O estatuto e a definição da teoria, a exemplo do que se passa com várias ciências humanas e sociais, são muito diferentes, segundo as diversas escolas e epistemologias. Mesmo uma escola pode abrigar diversas variantes. Diante disso, onde situar um pensamento organizado sobre a comunicação, se esse campo de conhecimento pode abrigar teorias e doutrinas tão diversas quanto as de McLuhan e de J. Habermas? Os autores respondem a essa questão por recurso ao caráter interdisciplinar das ciências da informação e da comunicação. Eles mapeiam as correntes, tendências e escolas, mostrando os fluxos e refluxos das diversas problemáticas. E o fazem num texto sintético, esclarecedor, acessível aos estudantes, fecundo para os professores de comunicação e para os profissionais da área. A noção de comunicação recobre uma multiplicidade de sentidos. A proliferação das tecnologias e a profissionalização das práticas acrescentou novas vozes a essa polifonia, num fim de século que faz da comunicação uma figura emblemática das sociedade do IIIo. Milênio. Situados na encruzilhada de várias disciplinas, os processos de comunicação suscitaram o interesse de ciências tão diversas quanto a Filosofia, a História, a Geografia, a Psicologia, a Sociologia, a Etnologia, a Economia, as Ciências Políticas, a Biologia, a Cibernética ou as Ciências Cognitivas. História das teorias da comunicação procura dar conta da pluralidade e dispersão desse campo de observação científica, historicamente em tensão entre as redes físicas e imateriais, o biológico e o social, a natureza e a cultura, os dispositivos técnicos e o discurso, a economia e a cultura, as perspectivas micro e macro, a aldeia e o globo, o ator e o sistema, o indivíduo e a sociedade, o livre-arbítrio e os determinismos sociais. Se a noção de comunicação é problemática, muito o mais o é a de teoria da comunicação. O estatuto e a definição da teoria, a exemplo do que se passa com várias ciências humanas e sociais, são muito diferentes, segundo as diversas escolas e epistemologias. Mesmo uma escola pode abrigar diversas variantes. Diante disso, onde situar um pensamento organizado sobre a comunicação, se esse campo de conhecimento pode abrigar teorias e doutrinas tão diversas quanto as de McLuhan e de J. Habermas? Os autores respondem a essa questão por recurso ao caráter interdisciplinar das ciências da informação e da comunicação. Eles mapeiam as correntes, tendências e escolas, mostrando os fluxos e refluxos das diversas problemáticas. E o fazem num texto sintético, esclarecedor, acessível aos estudantes, fecundo para os professores de comunicação e para os profissionais da área.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “História das teorias da comunicação”, de Armand Mattelart, publicado pela editora Edições Loyola, em 1999 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 232
Ano: 1999
Edição: Comunicacao
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515017709
ISBN13: 9788515017706
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,191
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
