
Título: História Sexual da MPB
Autor: Rodrigo Faour
Sinopse: Em sete capítulos, HISTÓRIA SEXUAL DA MPB destaca “O amor na MPB” (falando do amor mal-resolvido que permeou a maior parte das letras românticas de nossa música até os anos 60); “a evolução da mulher”, “a sensualidade e o erotismo”, “o duplo sentido e a sacanagem”, “as canções de apelo gay”, “as transgressões em temas de amor e sexo” e, finalmente, um capítulo em que compara o escândalo provocado pela dança do maxixe na virada do século XIX para o XX, com o funk carioca, entre os anos 90 e o momento atual – mostrando que a hipocrisia continua presente em assuntos de sexualidade, apesar de toda a revolução sexual dos últimos 40 anos.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “História Sexual da MPB”, de Rodrigo Faour, publicado pela editora Record, em 2006 e com 588 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Record
Páginas: 588
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8501075558
ISBN13: 9788501075550
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,272
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,80
Sobre a editora
Os livros da editora Record costumam apresentar narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, seja por meio de contos com temas de memória e verdade, seja em romances que abordam tragédias pessoais e dilemas morais. A linguagem varia do lírico e poético ao direto e envolvente, com obras que transitam entre o romance histórico, o suspense policial e a literatura nacional contemporânea. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos densos e reflexivos e histórias que mantêm o leitor imerso em tramas emocionais, muitas vezes marcadas por conflitos íntimos e sociais. A diversidade de temas inclui desde investigações policiais até biografias e análises históricas, o que proporciona uma experiência de leitura multifacetada, sem perder o foco na profundidade dos personagens e das situações.
