
Título: Iconografia Paulistana
Autor: Gustavo Piqueira
Sinopse: Após coletar quase 5.000 imagens da São Paulo contemporânea, Gustavo Piqueira lança sua Iconografia paulistana. Ao contrário do que sugere o pomposo título, o livro mistura imagens reais a textos fictícios para desenhar, com humor corrosivo, um divertido retrato da metrópole que se gaba de seu cosmopolitismo mas é povoada por horrorosos buffets infantis, arte urbana de conteúdo duvidoso, edifícios com nomes ridículos, restaurantes japoneses mequetrefes e uma avenida Paulista nada charmosa ou imponente. A coleção de imagens, dividida nos sete tópicos acima, vem acompanhada por absurdos ensaios, escritos por fictícios "especialistas" em cada área, formando um irônico, ainda que fiel, painel da São Paulo de hoje. O enorme espelho colado à capa já dá a dica de que não se trata de um livro muito usual. De fato, o projeto gráfico aproxima a obra de um livro objeto, ainda que produzido em larga escala - tiragem única de 1.000 exemplares numerados um a um.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Iconografia Paulistana”, de Gustavo Piqueira, publicado pela editora WMF – COEDIÇÃO, em 2012 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: WMF – COEDIÇÃO
Páginas: 320
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578276183
ISBN13: 9788578276188
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,700
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora WMF – COEDIÇÃO convida o leitor a um mergulho profundo nas artes visuais, fotografia e dança, frequentemente explorando trajetórias e processos criativos com riqueza de material iconográfico e ensaios críticos. O catálogo privilegia obras que registram momentos históricos e culturais, como fotografias documentais e reflexões sobre práticas artísticas contemporâneas, com um tom que varia entre o ensaístico e o documental. A linguagem costuma ser densa, com textos que dialogam com o público interessado em arte, cultura e história, apresentando narrativas que oscilam entre o rigor analítico e o registro visual expressivo. O leitor encontra tanto publicações que reconstroem trajetórias de artistas e coletivos quanto aquelas que propõem diálogos entre diferentes tempos e espaços culturais.
