
Título: Inspeções aos manicômios
Autor: CFP
Sinopse: Os Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTPs), no Brasil, são o produto da convergência entre duas das maiores instituições de controle do sujeito na nossa sociedade: a Psiquiatria e Direito Penal. Resultante da fusão entre as técnicas de intervenção asilares psiquiátricas e a execução penal do Estado aos autores de crimes considerados portadores de transtornos mentais, o manicômio judiciário, como é também chamado, consegue representar, a um só tempo, a radicalização da instituição manicomial e das prisões. Uma institui- ção para os considerados loucos cujo estatuto se vale do aprisionamento para ser ainda pior que um manicômio. Por outro lado, uma prisão que se reveste do discurso da tutela sanitária para ser ainda mais eficaz na perpetuação do isolamento e da mortificação do sujeito em conflito com a lei – muito além do que hoje a Lei permite a uma prisão Fonte: http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2015/12/CFP_Livro_InspManicomios_web.pdf
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Inspeções aos manicômios”, de CFP, publicado pela editora Conselho Federal de Psicologia, em 2015 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conselho Federal de Psicologia
Páginas: 172
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788589208727
Sobre a editora
Os livros da editora Conselho Federal de Psicologia convidam a uma leitura que atravessa temas sociais e profissionais com foco na Psicologia aplicada ao contexto brasileiro. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e crítico, que problematiza questões como direitos humanos, políticas públicas, avaliação psicológica e a atuação do psicólogo em diferentes espaços sociais. O catálogo privilegia textos que dialogam com a realidade institucional e social, trazendo relatos de práticas profissionais, análises éticas e políticas, além de debates sobre temas contemporâneos como saúde mental, exclusão social e comunicação. A linguagem tende a ser técnica, porém acessível, com ritmo que varia entre o mais didático e o discursivo, conforme o tema abordado. O material de apresentação indica um compromisso com a pluralidade de vozes e a diversidade de contextos, incluindo discussões sobre gênero, infância, adolescência e populações em situação de vulnerabilidade.
