
Título: Interpretações da Fenomenologia do Espírito de Hegel
Autor: Leonardo Alves Vieira
Sinopse: Interpretações da Fenomenologia do Espírito de Hegel percorre cada uma das estações da consciência e busca destrinçar uma a uma as diversas questões que nelas se apresentam. Trata-se de obra ao mesmo tempo unitária e plural. Unitária, na medida em que todos os colaboradores partem de uma leitura interna do movimento especulativo desenvolvido por Hegel na Fenomenologia do Espírito de 1807. Plural, por buscar ela mesma assumir e manter, bem como retomar e desenvolver as contribuições mais relevantes que iluminam o olhar da consciência típica do século XXI a partir da autoconsciência do espírito manifesta na aurora do século XIX. Desse modo, além de uma manudução à Fenomenologia do Espírito e, portanto, à experiência da consciência em sua elevação à ciência, este volume se com-preende também como obra estritamente científica, filosófica, que põe a pensar a consciência presente.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Interpretações da Fenomenologia do Espírito de Hegel”, de Leonardo Alves Vieira, publicado pela editora Edições Loyola, em 2014 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 496
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515041618
ISBN13: 9788515041619
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,650
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,10
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
