
Título: Interseccionalidade
Autor: Patricia Hill Collins e Sirma Bilge
Sinopse: A interseccionalidade se tornou tema recorrente nos círculos acadêmicos e militantes. Mas qual é o significado exato do termo e por que surgiu como ferramenta indispensável para pensar as desigualdades sociais de raça, classe, gênero, sexualidade, idade, capacidade e etnia? Nesta obra, as autoras fornecem uma introdução muito necessária ao campo do conhecimento e da práxis interseccional. Elas analisam o surgimento, o crescimento e os contornos do conceito e mostram como as estruturas interseccionais abordam temas diversos, como direitos humanos, neoliberalismo, política de identidade, imigração, hip hop, protestos sociais, diversidade, mídias digitais, feminismo negro no Brasil, violência e Copa do Mundo de futebol. Escrito de maneira acessível e usando exemplos reais para ilustrar seus argumentos, o livro destaca o potencial da interseccionalidade para compreender as desigualdades e trazer mudanças orientadas à justiça social.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Interseccionalidade”, de Patricia Hill Collins e Sirma Bilge, publicado pela editora Boitempo e em 2019, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Boitempo
Páginas:
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt-br
ISBN: 6557170295
ISBN13: 9786557170298
Sobre a editora
Os livros da editora Boitempo costumam apresentar uma leitura crítica e aprofundada do Brasil contemporâneo, especialmente em temas como política, economia, cultura e história social. A experiência de leitura frequentemente envolve ensaios rigorosos, romances históricos e análises filosóficas que dialogam com o marxismo, o pensamento crítico e as lutas sociais. O catálogo sugere uma atenção especial a momentos de crise, resistência e transformações, com obras que mesclam densidade teórica e um tom reflexivo, às vezes atravessado por narrativas ficcionais que se apoiam em linguagens experimentais e poéticas. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do debate político e sociológico à crítica cultural e à literatura engajada, contemplando também estudos históricos e filosóficos.
