
Título: Introdução à história pública
Autor: Juniele Rabêlo de Almeida
Sinopse: Fazer história pública significa difundir o conhecimento histórico para amplas audiências, acreditando-se que a história não é aprendida apenas em sala de aula – mas de diversas formas e em muitos momentos. Através de um sem-número de recursos, o profissional da área pode levar história e memória ao público atuando em arquivos, centros de memória, museus, televisões, rádios, editoras, jornais, revistas, organizações governamentais e não governamentais, consultoria, entre outros espaços. Trabalhar dessa maneira – para e com o público – exige uma série de habilidades, métodos e especializações capazes de garantir que a preservação, a interpretação e a difusão do conhecimento histórico sejam feitos de maneira responsável e integrada. Introdução à História Pública oferece pistas de como fazer isso, por meio de um conjunto de textos de profissionais renomados de dentro e de fora da academia.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Introdução à história pública”, de Juniele Rabêlo de Almeida, publicado pela editora Letra e Voz, em 2011 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Letra e Voz
Páginas: 232
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8562959111
ISBN13: 9788562959110
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,355
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Letra e Voz convida a uma imersão cuidadosa em temas ligados à história oral, memória e processos culturais. O catálogo privilegia abordagens densas e reflexivas, que articulam relatos pessoais e análises acadêmicas, frequentemente explorando as tensões entre identidade, subjetividade e contexto social. A narrativa tende a ser mais analítica do que meramente descritiva, com textos que dialogam entre história, linguística, estética e política. O ritmo costuma ser contemplativo, favorecendo o aprofundamento em experiências humanas complexas, como envelhecimento, direitos humanos e mediações culturais. O material de apresentação indica também uma atenção especial a questões de gênero, música e produção cultural, com trabalhos que combinam pesquisa empírica e reflexão teórica.
