
Título: Jamais vu soleil ni lune
Autor: Ferdinand Camon
Sinopse: En quinze chapitres rapides et intenses, Jamais vu soleil ni lune parcourt l'histoire d'une communauté paysanne depuis l'époque de l'occupation allemande jusqu'à aujourd'hui. Sur le fond d'une guerre perçue comme un affrontement de hordes primitives, Jamais vu soleil ni lune est une parabole amère et féroce sur une "civilisation" en train de mourir : la civilisation paysanne. Et la mort de la civilisation paysanne est "le plus grand événement de l'histoire, après la naissance du Christ" (Charles Péguy). La communauté des bons et des faibles, décimée et dispersée par le passage des envahisseurs, attend un demi-siècle pour que justice soit faite, et elle se rend compte aujourd'hui que même la mémoire des malheurs qu'elle a subis a été perdue. C'est sur cet oubli qu'est en train de naître la nouvelle Europe : le travail caché de l'histoire a rendu les coupables plus innocents que les victimes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jamais vu soleil ni lune”, de Ferdinand Camon, publicado pela editora Folio, em 1996 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Folio
Páginas: 208
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2070405036
ISBN13: 9782070405039
Sobre a editora
Os livros da editora Folio convidam o leitor a um mergulho em narrativas que transitam entre a história, a cultura e a literatura de reflexão profunda. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom que ora se detém em relatos densos e detalhados — como em obras que exploram civilizações antigas ou movimentos artísticos —, ora se volta para histórias pessoais e conflitos íntimos, com personagens que enfrentam dilemas emocionais e sociais complexos. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam rigor informativo e sensibilidade literária, com ritmo que pode variar do contemplativo ao tenso, conforme o tema. A diversidade aparece no contraste entre volumes mais narrativos, que exploram trajetórias humanas e paixões, e outros mais didáticos e ilustrados, que abordam contextos históricos e culturais com profundidade.
