
Título: Jonas e a Baleia: Histórias da Bíblia
Autor: Regina Chamlian (Texto), Helena Alexandrino (Ilustrações)
Sinopse: Com muita graça, Regina e Helena recontam a história bíblica de Jonas e a Baleia. A narrativa fala da resistência de Jonas em atender aos pedidos de Deus e das consequências desses atos de rebeldia. Deus lhe pede para ir a Ninive repreender os habitantes daquela cidade por suas maldades e avisar que seriam destruídos, mas Jonas tenta fugir escondido no porão de um navio. Uma terrível tempestade surpreende a tripulação e, quando encontram o passageiro clandestino, a seu pedido, jogam-no ao mar. Engolido por uma baleia, Jonas pede socorro a Deus e decide então obedecê-lo. Depois, revolta-se quando as ameaças divinas não são cumpridas, até que, finalmente, Deus o faz compreender a importante lição do perdão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jonas e a Baleia: Histórias da Bíblia”, de Regina Chamlian (Texto), Helena Alexandrino (Ilustrações), publicado pela editora Paulinas, em 2002 e com 40 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 40
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788535608427
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
