
Título: Judô. O Caminho Suave
Autor: HENJI TSU TOO
Sinopse: Todos os golpes para exame de faixas. Nos dias de hoje, quem não conhece o judô, no Brasil? Tem sido notável a difusão desta modalidade das artes marciais orientais entre nós, e o Brasil tem gerado campeões de nível internacional, estando esta disciplina física definitivamente incorporada aos nossos costumes e tradições desportivas. A notícia mais antiga que se tem sobre estas artes marciais vem do ano 230 a. C., sob o nome de 'Tikara Kurabe', ou 'combate de força'. A forma moderna da luta que veio a ser o judô, extremamente depurada e estilizada foi idealizada em 1920, com a eliminação dos golpes mais perigosos, tornando-se o 'caminho suave'. Em 1928, temos notícia de Géo Omorí, que dava demonstrações de luta no antigo e célebre Circo Queirolo. Devido à grande curiosidade e interesse do público abriu a primeira academia. Esta pequena semente cresceu com os irmãos Ono, e a árvore do judô só tem fornecido bons frutos, desde essa época.
Contexto da obra
Na área de Esportes e Lazer, obras como esta costumam interessar por aproximar prática, interesse temático e repertório. “Judô. O Caminho Suave”, de HENJI TSU TOO, publicado pela editora HEMUS, em 1999 e com 132 páginas, integra a categoria Livros de Esportes e Lazer. Na prática, isso ajuda a situar a obra entre consulta, repertório e interesse pessoal.
Editora: HEMUS
Páginas: 132
Ano: 1999
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528901467
ISBN13: 9788528901467
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Hemus apresentam uma leitura que transita entre o técnico e o narrativo, com títulos que exploram desde a história antiga e civilizações pré-colombianas até manuais detalhados de engenharia e mecânica. O catálogo revela um interesse por temas que exigem rigor e detalhamento, como projetos arquitetônicos, diagnósticos automotivos e processos industriais, mas também inclui obras que convidam à reflexão filosófica e à aventura literária. O ritmo das narrativas pode variar bastante, indo de textos densos e descritivos a abordagens mais diretas e didáticas, sempre com um foco claro na transmissão de conhecimento ou na reconstrução crítica de contextos históricos e culturais. Em meio a essa diversidade, a Hemus parece privilegiar leitores que buscam aprofundamento, seja em áreas técnicas ou em temas de história e cultura, com uma linguagem que valoriza a precisão e o conteúdo substancial.
