
Título: Kriptonita: Como destruir o que rouba a sua força
Autor: John Bevere
Sinopse: ASSIM COMO O SUPER-HOMEM, que pode saltar sobre qualquer obstáculo e derrotar todo inimigo, os seguidores de Cristo têm a habilidade sobrenatural de vencer os desafios que enfrentam. Porém, o problema tanto para o Super-Homem como para nós é que existe uma kriptonita que rouba a nossa força. É claro, o Super-Homem e a kriptonita são fictícios, mas a kriptonita espiritual não é. Este livro oferece respostas por que muitos de nós somos incapazes de experimentar a força divina que era evidente dentre os cristãos do século I. Em Kriptonita, John Bevere revela o que é a kriptonita, por que ela está compromentendo as nossas comunidades e como libertar-se de sua escravidão. Não é para os fracos de coração, Kriptonira é de acelerar a hiperatividade espiritual de qualquer um. Esta é uma verdade séria para qualquer seguidor de Cristo que anseia abraçar o caminho desafiador, mas recompensador, da transformação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Kriptonita: Como destruir o que rouba a sua força”, de John Bevere, publicado pela editora Edilan, em 2017 e com 344 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edilan
Páginas: 344
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788559290172
Sobre a editora
Os livros da editora Edilan oferecem uma experiência de leitura centrada na espiritualidade cristã, com foco em crescimento pessoal, fé prática e relacionamento íntimo com Deus. O catálogo privilegia obras que exploram temas como a presença do Espírito Santo, o poder da oração e a importância da honra e da obediência na vida de fé. A linguagem costuma ser acessível, com um tom que varia entre o encorajador e o didático, buscando fortalecer a confiança e a esperança do leitor. Há também títulos que abordam desafios cotidianos, como o medo, a dúvida e os conflitos interpessoais, sempre com um viés motivacional e bíblico. Em alguns casos, a narrativa é mais reflexiva e contemplativa, enquanto em outros é mais direta e prática, o que sugere uma diversidade de formatos e ritmos dentro do mesmo universo temático.
