
Título: Le dernier mot d'un roi
Autor: Pierre Moustiers
Sinopse: Cette légende concerne la France. J'ai choisi de l'écrire au présent et de faire parler les personnages comme si la guerre de Cent Ans datait d'hier. Alors, notre pays sortait de l'ombre, forçait le respect, devenait une nation. Sans heurter la vérité ni m'amuser d'elle, j'ai pris la liberté de rêver, de côtoyer un roi de France, de l'écouter et de le comprendre avec la conscience d'un citoyen du XXIe siècle. C'est le privilège du romancier de compter sur l'imagination pour ajouter une histoire à l'Histoire et pour exprimer, aujourd'hui, ce qui lui tient à cœur P.M. L'ambition de ce livre est considérable : les derniers jours de Louis XI, misères et splendeurs d'un règne. On entend la voix âpre et cassée de ce personnage détestable qui a été l'un des grands bâtisseurs de la France. Michel Tournier. Ce livre a reçu le Prix du Roman historique 2003.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le dernier mot d’un roi”, de Pierre Moustiers, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2003 e com 188 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 188
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253112771
ISBN13: 9782253112778
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
