
Título: Le Petit Nicolas a Des Ennuis
Autor: Rene Goscinny
Sinopse: «- Hier matin, Papa m'a réveillé. Il était tout habillé et pas rasé, il rigolait, il m'a embrassé et il m'a dit que, pendant la nuit, j'avais eu un petit frère. Et puis il m'a dit de m'habiller en vitesse et nous sommes allés dans un hôpital, et là, il y avait Maman ; elle était couchée, mais elle avait l'air aussi contente que Papa, et près de son lit, il y avait mon petit frère. - Ben, j'ai dit, toi t'as pas l'air tellement content ! - Et pourquoi je serais content ? a dit Joachim. D'abord il est moche comme tout. Il est tout petit, tout rouge et il crie tout le temps, et tout le monde trouve ça rigolo. Moi, quand je crie un peu, à la maison, on me fait taire tout de suite, et puis papa me dit que je suis un imbécile et que je lui casse les oreilles.» Acabamento: Paperback. Peso: 151g. Dimensões: 23 x 16 x 0.6.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Le Petit Nicolas a Des Ennuis”, de Rene Goscinny, publicado pela editora Gallimard, em 1994 e com 135 páginas, integra a categoria Infantil - Literatura. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Gallimard
Páginas: 135
Ano: 1994
Edição: 1ª EDIÇAO
Linguagem: Francês
ISBN:
ISBN13: 9782070392612
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
