
Título: Let Me Be Your Hero: Graham #2
Autor: Elaine Coffman
Sinopse: Claire Lennox, Condessa de Errick e Mains, era uma mulher poderosa em um mundo de homens. Por trás de sua delicada beleza se ocultava a força que levava a responsabilidade de proteger seu clã contra a ambição e a traição. Além disso, tinha a coragem de recusar-se a casar novamente. Oito anos atrás, quando era uma jovem impulsiva, tinha perdido seu marido por culpa de seu orgulho estúpido. E agora, quando seus inimigos ameaçavam lhe tirar seu título e suas terras, havia um homem disposto a arriscar tudo para salvá-la. Fraser Graham não deixava de repetir que entre Claire e ele só ficavam as lembranças. Entretanto não foi isso que lhe disse seu coração quando sequestraram à mulher que uma vez tinha sido sua inocente esposa. Aquele difícil resgate não demorou a reavivar neles a lembrança de sua paixão… mas o orgulho e o passado impediam que pronunciassem as palavras de amor e perdão. Fraser teria que decidir se entregaria sua espada, sua força e seu coração à única mulher que tinha amado… ou resignar-se a perdê-la para sempre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Let Me Be Your Hero: Graham #2”, de Elaine Coffman, publicado pela editora Mira, em 2004 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mira
Páginas: 384
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: inglês
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Sobre a editora
Os livros da editora MIRA costumam apresentar narrativas que transitam entre o suspense policial e o drama humano, construindo tramas onde segredos, investigações e relações pessoais se entrelaçam. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens que enfrentam dilemas morais e desafios emocionais intensos, em cenários que vão desde cidades grandes até pequenas comunidades. O tom varia entre o tenso e o intimista, com ritmo que pode ser ágil em thrillers ou mais contemplativo em histórias de reconstrução pessoal. O catálogo sugere uma predileção por enredos que exploram a complexidade das relações humanas em meio a conflitos externos e internos.
