
Título: Literatura, Defesa Do Atrito
Autor: Silvina Rodrigues Lopes
Sinopse: "Este livro reúne dez ensaios da pesquisadora portuguesa Silvina Rodrigues Lopes, nos quais a literatura é pensada a partir de alguns de seus temas decisivos, entre eles: o ensaio, a correspondência, o ensino, a citação, a memória, a experiência literária. Como escreve a autora, nestes textos “se questiona a noção de literatura e as condições mínimas de um fazer que não se subordina a valores nem instituições”. Os ensaios de Silvina Rodrigues Lopes encantam pelo rigor e pela generosidade. A sua escrita dedica-se a conviver com o inescapável — afinal, o que é isso que amamos tanto e a que insistimos em dar o nome de literatura? De que modo a herança, a partilha, a política são pensadas em relação a ela? E faz isso traçando uma trama de referências e relações entre escritores, filósofos e teóricos. Aproximar-se dessas páginas é ser acolhido por este pensamento, e ao mesmo tempo impulsionado por ele a continuar, guiado também pela alegria de pensar."
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Literatura, Defesa Do Atrito”, de Silvina Rodrigues Lopes, publicado pela editora Chão da Feira, em 2022 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Chão da Feira
Páginas: 176
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566421019
ISBN13: 9788566421019
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora CHAO DA FEIRA oferecem uma experiência de leitura marcada pela reflexão filosófica e estética, frequentemente atravessada por imagens em movimento e pensamento. O catálogo privilegia obras que exploram a relação entre linguagem, corpo e sensibilidade, com textos que transitam entre o ensaio, a poesia e a performance, propondo uma leitura atenta ao ritmo e à materialidade da palavra. Há um interesse constante em temas como a transformação política do sensível, a comunicação entre espécies, e a tensão entre o visível e o invisível. O tom dos livros varia entre o contemplativo e o experimental, com narrativas que convidam o leitor a se posicionar entre as imagens e os conceitos, em um espaço aberto à fabulação e ao questionamento.
