
Título: Living My Life
Autor: Emma Goldman
Sinopse: Anarchist, journalist, drama critic, advocate of birth control and free love, Emma Goldman was the most famous—and notorious—woman in the early twentieth century. This abridged version of her two-volume autobiography takes her from her birthplace in czarist Russia to the socialist enclaves of Manhattan’s Lower East Side. Against a dramatic backdrop of political argument, show trials, imprisonment, and tempestuous romances, Goldman chronicles the epoch that she helped shape: the reform movements of the Progressive Era, the early years of and later disillusionment with Lenin’s Bolshevik experiment, and more. Sounding a call still heard today, Living My Life is a riveting account of political ferment and ideological turbulence.First time in Penguin ClassicsCondensed to half the length of Goldman's original work, this edition is accessible to those interested in the activist and her extraordinary era
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Living My Life”, de Emma Goldman, publicado pela editora Penguin Books, em 2006 e com 593 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 593
Ano: 2006
Edição: Abridged
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780142437858
ISBN13: 9780142437858
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
