
Título: Lover's Leap (Eternity Springs #4)
Autor: Emily March
Sinopse: Readers have fallen in love with Eternity Springs, the magical town in Emily March’s beloved series where something wonderful happens to hearts in need of healing.
Twenty years ago the town bad boy, Cam Murphy, left Eternity Springs in handcuffs, riding in the back of a sheriff’s van . . . and breaking young Sarah Reese’s heart. The defiant teenager vowed never to return.
In Australia, Cam makes a new beginning. He builds a successful business and suffers few regrets until Sarah—and their daughter—walk into his life, and then immediately run away. Realizing it’s time to right yesterday’s wrongs, he follows Sarah home to Colorado—and turns her world upside down.
Cam wants to know his daughter. He needs to prove to Sarah, the town, and himself that he’s changed. Will the residents of Eternity Springs offer forgiveness—and will Sarah have the courage to trust this man who is asking for a second chance?
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Lover’s Leap (Eternity Springs #4)”, de Emily March, publicado pela editora Ballantine Books, em 2011 e com 352 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Ballantine Books
Páginas: 352
Ano: 2011-12-27
Edição: Eternity Springs #4
Linguagem: en
ISBN: 0345528778
ISBN13: 9780345528773
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Ballantine Books revela uma preferência por narrativas que exploram intensamente relações humanas complexas, muitas vezes em contextos marcados por mistério, conflito ou transformação pessoal. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o suspense policial, dramas familiares e romances com toques de realismo mágico ou sobrenatural, criando um ritmo que alterna entre tensão e momentos de introspecção. As sinopses sugerem também um interesse por personagens em situações-limite, como investigações criminais em ambientes isolados, jornadas de autoconhecimento e confrontos com o passado, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
