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Maio de 68: Os Anarquistas e a Revolta da Juventude

Título: Maio de 68: Os Anarquistas e a Revolta da Juventude

Autor: Maurice Joyeux

Sinopse: Quarenta anos depois, seria fácil, não apenas na França como também no Brasil, encontrar paralelos entre o que fazem os governos de hoje e o que fizeram os de ontem. As reformas continuam, às vezes como um desconcertante pastiche do que se já viveu. Estes paralelos, que contam o constante risco do anacronismo permitiriam, tornar mais didática a realidade. Entretanto, e acredito ser essa a grande contribuição do debate no qual Joyeux ocupa lugar de destaque, as questões apresentadas não perderam a força. Nas palavras de Castoriadis, Maio de 68 mostrou a necessidade da recusa do “universo capitalista burocrático” e de se envidarem esforços na direção dos movimentos de autonomia. Não falhou em seu intento por que dentro dele, para além das midiáticas personalidades, federavam-se esforços e concentraram-se energias pela força do ideal. A reflexão nele produzida tornou-se substância para os grupos militantes: depois dele ninguém mais podia usar o mesmo velho vocabulário sem algum constrangimento. Para o anarquismo, Maio de 68 talvez tenha provado que tradição não é sinônimo de conservadorismo. Para os que na F.A estiveram nas barricadas, ficou claro a importância da tradição – ou, se quisermos organização – como aporte para o novo. Sem isso, talvez o que aconteceu em Paris não passasse de lembrança. Assim, como testemunho da determinação de quem viveu aquele momento, Maio de 68, 40 anos depois, pode ser incorporado a tradição revolucionária e entregue com dignidade ao presente para se desejar ardentemente o futuro.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Maio de 68: Os Anarquistas e a Revolta da Juventude”, de Maurice Joyeux, publicado pela editora Imaginário, em 2008 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Imaginário

Páginas: 136

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8576630214

ISBN13: 9788576630210

    Sobre a editora

    Os livros da editora Imaginário convidam a uma imersão em temas ligados à crítica social, filosofia política e história das ideias libertárias, muitas vezes explorando movimentos revolucionários e anarquistas com uma abordagem que combina análise profunda e narrativa reflexiva. A experiência de leitura tende a ser densa, com textos que mesclam ensaio, crônica histórica e até mesmo literatura erótica, sempre com um tom que valoriza o pensamento crítico e a contestação. O catálogo sugere uma oscilação entre obras mais discursivas e outras que trazem relatos ou reflexões pessoais, criando um ritmo que alterna entre o didático e o provocativo. O material de apresentação indica um público interessado em debates sobre liberdade, revolução, educação libertária e crítica cultural, com uma linguagem que pode ser tanto acessível quanto exigente.

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