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Manifesto Regionalista

Título: Manifesto Regionalista

Autor: Gilberto Freyre

Sinopse: "O Manifesto foi lido no Primeiro Congresso Brasileiro de Regionalismo que se reuniu na cidade do Recife, durante o mês de fevereiro de 1926 e que foi o primeiro do gênero, não só no Brasil como na América, só depois do Congresso do Recife tendo se reunido nos Estados Unidos a Conferência Regionalista de Charlottesville (Virgínia), com o apoio de Franklin D. Roosevelt e de outros eminentes norte- americanos e do qual participou o autor do "Manifesto de 1926" do Recife, por iniciativa e convite do seu colega Ruediger Bilden. Divulgado em parte por jornais da época, este "Mani-festo" é, pela quinta vez, publicado na íntegra, agora por iniciativa do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais. Apareceu em primeira edição em 1952, lançado pela Editora Região. A presente edição - a 5a - aparece, como a 4a , revista e prefaciada pelo autor. Mas sem nenhu-ma alteração essencial ao texto lido em 1926 e publicado em 1952".

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Manifesto Regionalista”, de Gilberto Freyre, publicado pela editora Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, em 1967 e com 74 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais

Páginas: 74

Ano: 1967

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Gilberto Freyre conduz o leitor a um mergulho que oscila entre o ensaio sociológico e a narrativa literária, onde o ritmo pode ser tanto denso e reflexivo quanto pontuado por momentos de lirismo contido. A experiência é marcada por um olhar atento ao cotidiano, que revela detalhes aparentemente triviais para iluminar questões profundas sobre cultura, raça e identidade brasileira. A prosa, ora direta, ora mais elaborada, cria uma tensão entre o registro histórico e a voz pessoal, convidando a uma reflexão sobre a formação social do Brasil. Em alguns textos, há um tom quase autobiográfico, que aproxima o leitor da intimidade do autor, enquanto outros se apresentam como conferências ou artigos com foco mais externo e analítico. Essa alternância entre o íntimo e o coletivo, o rápido e o contemplativo, torna a leitura multifacetada e instigante, especialmente para quem busca entender as complexidades do Brasil por meio dos livros de Gilberto Freyre.

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