
Título: Manual de Teoria da História
Autor: Johann Gustav Droysen
Sinopse: Droysen demonstra que pensar historicamente é pensar teleologicamente, sobretudo, colocando em confronto uma certa orfandade de destino e o impulso da vontade humana. Assim tem origem a compreensão da própria historicidade, que se verifica quando a consciência histórica capta o passado no presente e vislumbra o futuro, com um olhar nunca estático, visto ser uma avaliação e reflexão permanentes. De qualquer modo, o homem reconhece no presente uma eternidade que é divina, embora o presente mesmo não seja eterno, pois os vestígios do passado precisam ser reconhecidos para que ele possa tornar- se consciente da tradição que o antecede, a fim de não a repetir infinitamente. Além dos vestígios, a lembrança seria outro veículo privilegiado para que, por meio da hermenêutica, o presente pudesse compreender as ações humanas no passado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Manual de Teoria da História”, de Johann Gustav Droysen, publicado pela editora Vozes, em 2009 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vozes
Páginas: 96
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532637620
ISBN13: 9788532637628
Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
