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Mein Kampf - A Minha Luta

Título: Mein Kampf - A Minha Luta

Autor: Adolf Hitler

Sinopse: Ditado ao seu fiel secretário Rudolf Hess em 1923, na prisão de Landsberg – onde cumpria uma pena de cinco anos depois do golpe falhado em Munique – A Minha Luta é, de certa forma, o manifesto do nacional-socialismo tal como Hitler o entendia. Apesar do seu estilo errático e por vezes alucinado, a obra contém a sua visão programática para a sociedade alemã – com alusões pouco veladas de eugenismo e uma ênfase obsessiva na questão racial, por exemplo, mas também sobre o papel da mulher alemã ou dos sindicatos –, para uma nova política externa (a referência constante à necessidade de espaço vital, mas também à política de alianças a levar a cabo) e, ainda, premonitoriamente, sobre os judeus. No fundo, 10 anos antes de chegar ao poder, o que viria a ser a política interna e externa do III Reich levada a cabo por Hitler já estava plasmada em livro. Embora algumas das suas ideias, em termos geopolíticos, reflictam os medos e anseios dos Alemães, fruto da sua posição geográfica no continente europeu – a eterna obsessão com as alianças que pudessem contrariar o «cerco», o aperto entre a França e a Rússia, agora pela mão do bolchevismo – noutros aspectos o texto é mais perturbador, em especial na questão do eugenismo, no futuro dos povos de Leste e, essencialmente, no destino a dar aos judeus.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mein Kampf – A Minha Luta”, de Adolf Hitler, publicado pela editora e-primatur, em 2015 e com 652 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: e-primatur

Páginas: 652

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9789899943841

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Adolf Hitler é uma imersão em um texto denso e ideológico, marcado por um ritmo errático e por vezes alucinado, que mistura autobiografia com um manifesto político carregado de preconceitos e visões programáticas. A prosa se apresenta longa e difícil, com frases extensas e digressões que exigem atenção cuidadosa para captar as intenções e o pensamento do autor. O tom é obsessivo, especialmente em relação à questão racial e à política externa, revelando um projeto de poder que já estava delineado anos antes de sua ascensão. A tensão vem da contradição entre a aparente clareza de suas convicções e a natureza perturbadora do conteúdo, deixando o leitor diante de perguntas sobre o impacto dessas ideias e a recepção que tiveram na história. Em meio a isso, o texto é também um registro de autoengrandecimento e de uma visão de mundo que buscava justificar uma política violenta e excludente.

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