
Título: Memoria, a Justica e o Perdao, A
Autor: Amélia Valcárcel
Sinopse: É possível perdoar? Perdoar é o mesmo que esquecer? Quem pode fazê-lo? Serve para alguma coisa? O que tem a ver a justiça com a memória? O rancor é bom? A memória, a justiça e o perdão investiga a fundo todas estas questões, sua história e seus marcos de significância. Se o perdão é um tipo de novidade normativa que tem a ver com a memória, esta nunca funciona sem uma base valorativa. Assim, memória e perdão são duas caras da mesma moeda, ainda que cada um se apoie em valores distintos. O tema da memória está em aberto, palpita. E tem no perdão seu oposto: a memória do mal realizado ainda produz medo e ressentimento. Estudá-lo e aplicar a ele a frieza da análise é obrigatório porque não só aqui estamos carentes de perdão, sua necessidade é agora mundial.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Memoria, a Justica e o Perdao, A”, de Amélia Valcárcel, publicado pela editora Edições Sesc, em 2014 e com 140 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Sesc
Páginas: 140
Ano: 2014-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579950678
ISBN13: 9788579950674
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,215
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora EDICOES SESC oferecem uma imersão em temas que transitam entre as artes, as ciências humanas e as reflexões contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e multifacetada, combinando ensaios filosóficos, estudos históricos e análises culturais que dialogam com a memória, a identidade e as transformações sociais. O tom varia entre o acadêmico e o poético, com textos que exploram desde a fotografia de guerra até a trajetória de artistas e movimentos culturais brasileiros e internacionais. O catálogo revela ainda um interesse por narrativas que conectam o passado ao presente, como as memórias indígenas e os processos de resistência cultural.
