
Título: Memórias do tempo: novos horizontes
Autor: Elizeu Cardoso
Sinopse: Os tempos são outros! Costumam dizer os mais antigos. Sou daqueles que vive e valoriza o presente. Não o futuro. [...] O futuro serve apenas para projetarmos os nossos sonhos e persegui-los. "Memórias do tempo" reforça esse meu pensamento. [...] Elizeu Cardoso saiu de Pinheiro. Levantou voo tal qual as japeçocas em final da estação chuvosa, ágil o suficiente para galgar novos horizontes. Adquiriu um estilo literário elegante e refinado no manejo das palavras simples da gente de sua terra. [...] Mas Pinheiro não saiu dele... Do baú de suas memórias, emergem palavras bem-postas e dispostas de tal forma que o leitor não sente o tempo passar, como se fossem as águas mansas do Pericumã rumo ao mar distante. Deixe-se levar, meu caro leitor, nesta agradável leitura. Faça companhia a Marcionílio, Nha Belmira, Jereba e Brechó, personagens desta novela, e embarque na carroça do tempo em que Pinheiro era aquele pacato lugarejo livre de zoada e se deleite ao ouvir a sonoridade das palavras hoje esquecidas pelo tempo: Imbira, troíra, vara de forquilha, cojuba, mururu e curacanga. SOBRE A OBRA [✒️ por José Jorge Leite Soares]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Memórias do tempo: novos horizontes”, de Elizeu Cardoso, publicado pela editora Editora Penalux, em 2019 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 116
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558335249
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
