
Título: Menina dos Olhos de Ouro, A
Autor: Balzac de
Sinopse: A representação dos fundamentos da vida parisiense, como ocorre na maior parte da obra de Honoré de Balzac, é especialmente aguda em "A menina dos olhos de ouro", publicado pela primeira vez em 1835. No capítulo que abre a novela, Fisionomias parisienses, a descrição ácida de diversos tipos que formam o mosaico social da cidade desemboca na conclusão: Em Paris, toda paixão se resume a dois termos: ouro e prazer. Filho de um lorde um lorde inglês com quem não tem contato, e de uma marquesa francesa que se casou com um velho cavalheiro que a acolheu grávida mediante dote pago, o Henri de Marsay torna-se um jovem belo, rico e bem-sucedido no complexo emaranhado de relações da alta sociedade francesa. Numa caminhada ele se depara com uma linda e enigmática moça dona de dois olhos amarelos como os de um tigre, um amarelo de ouro que brilha, de ouro vivo, e imediatamente se apaixona por aquela que descobre ser Paquita Valdès. A aproximação de Paquita, cercada de mistérios (ele deve ir de olhos vendados em uma carruagem para um lugar que desconhece), leva o jovem de Marsay a uma perda de controle a que não está acostumado. O erotismo que permeia a alta aristocracia é pintada com cores cruas, e esse realismo que de Marsay terá de encarar, já sem venda nos olhos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Menina dos Olhos de Ouro, A”, de Balzac de, publicado pela editora Grua Livros, em 2015 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Grua Livros
Páginas: 128
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561578459
ISBN13: 9788561578459
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,145
- Altura (cm): 17,80
- Largura (cm): 12,80
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Grua Livros conduz a mundos densos onde conflitos humanos se desenrolam em contextos históricos, sociais e psicológicos variados. As narrativas frequentemente exploram relações familiares complexas, dilemas morais e a busca por identidade, em ambientes que vão desde ilhas remotas até grandes cidades e cenários políticos tensos. O tom dessas obras costuma oscilar entre o introspectivo e o crítico, com personagens que enfrentam desafios íntimos e externos, muitas vezes permeados por tensões sociais ou culturais. O catálogo revela uma preferência por histórias que equilibram rigor narrativo e experimentação, mesclando realismo detalhado com toques de simbolismo ou elementos oníricos. Essa diversidade editorial sugere um convite ao leitor para explorar diferentes formas de literatura que dialogam com questões humanas universais e específicas.
