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Meu corpo ainda quente

Título: Meu corpo ainda quente

Autor: Sheyla Smanioto

Sinopse: “Quando você descobriu pela primeira vez que seu corpo não era seu? Em Vermelha, uma fictícia cidade de desova da ditadura militar inspirada na Diadema dos anos 80, mulher nenhuma tem o próprio corpo. É lá que Jô vive e cresce e precisa escolher entre aprender a viver em um corpo emprestado ou sair em uma jornada para tomar o próprio corpo para si. Uma escolha que a levará para dentro da geografia de seu corpo de mulher, esse lugar assombrado, pós-apocalíptico, onde ela terá que negociar com a loucura e com a morte se quiser voltar à vida. “Meu corpo ainda quente” é um romance e também um conto de fadas distópico, mas, antes de tudo, um manifesto poético-feminista.”

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Meu corpo ainda quente”, de Sheyla Smanioto, publicado pela editora Editora Nós, em 2021 e com 122 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Editora Nós

Páginas: 122

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6586135052

ISBN13: 9786586135053

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,250
  • Altura (cm): 19,00
  • Largura (cm): 12,50
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre a editora

Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.

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